terça-feira, 3 de março de 2015

O Fantasma de Lucy Keyes

"O Fantasma de Lucy Keyes" é uma história real sobre uma menina que desapareceu em Wachusett Mountain em 1755.

Lucy Keyes era uma garota de quatro anos de idade que nasceu em Princeton, Massachusetts. Ela morava numa fazenda em Wachusett Mountain com sua mãe Martha, seu pai Robert e suas duas irmãs mais velhas.

No dia 14 de abril de 1755, a mãe de Lucy estava fazendo uma limpeza da casa e precisava esfregar o chão dos cômodos. A areia de granulação fina da praia do Lago Wachusett era usada para essa tarefa e ela mandou suas filhas Ana, de nove anos, e Patty, de sete anos, para coletar a areia; Quando as irmãs saíram de casa, a pequena Lucy foi atrás delas dentro do bosque e nunca mais foi vista.

Grupos de busca foram organizados imediatamente para encontrar a garota perdida. O bosque foi vasculhado, o lago foi drenado, mas ninguém conseguia encontrar qualquer pista de Lucy Keyes. Era como se ela tivesse desaparecido em pleno ar. Tudo que eles conseguiram encontrar foi uma mecha de cabelo loiro, perto de um tronco oco.

As pessoas do local eventualmente desistiram da busca quando um vizinho, um homem chamado Tilly Littlejoh, disse que ele tinha visto alguns índios espreitando dentro da mata. Naquela época, não era incomum crianças serem sequestradas por tribos indígenas. Muitas pessoas estavam convencidas de que a pequena menina tinha sido sequestrada por nativos americanos e levada embora.

No entanto, a mãe nunca perdeu esperanças e regularmente ela percorria o bosque à noite, procurando sua filha perdida. Noite após noite, a mãe desesperada podia ser ouvida, abrindo caminho através das árvores e chamando por sua filha. Seu pai vendeu a fazenda e usou o dinheiro para procurar Lucy.

Ninguém nunca resolveu o mistério do que aconteceu com Lucy Keyes. Sangue, pegadas ou roupas nunca foram encontradas da garota perdida. Oprimido pela dor, Martha Keyes começou a perder sua sanidade. Ela morreu em 1786, sem saber o que tinha acontecido com sua filha.

Depois das mortes dos pais de Lucy, um estranho incidente veio à tona. Um grupo de negociantes que estava viajando no Canadá cruzou com uma tribo indígenas que tinha uma mulher branca com eles. A mulher não falava inglês e não tinha ideia de onde tinha nascido ou como ela encontrou a tribo. As únicas palavras em inglês que ela sabia era "Chusetts Hill".

Anos mais tarde, Tilly Littlejohn, o vizinho que alegou que tinha visto índios no bosque estava em seu leito de morte. Ele disse à sua família que tinha algo para confessar antes de morrer. Disse que, anos antes, tinha cometido um terrível assassinato.

Ele esteve envolvido num desentendimento com Robert Keyes por causa de uma disputa por uma propriedade. Ele também estava ressentido por causa da felicidade da família Keyes. Um dia, ele viu Lucy vagando sozinha pelo bosque. Cheio de raiva e ódio, ele agarrou a pequena menina e bateu sua cabeça contra uma rocha até ela morrer.

Então, o homem resolveu esconder o corpo. Ele a colocou em um corpo em um tronco oco e foi embora. Naquela noite, ele se juntou ao grupo de busca que estava procurando pela menina. Conforme eles vasculharam o bosque, ele ficou nervoso e temeu que eles encontrassem o tronco oco por acaso e encontrassem o corpo de Lucy.

Naquela noite, Littlejohn foi ao bosque e arrastou o corpo da menina para fora do tronco. Ele a enterrou em um buraco e a cobriu com pedras e folhas mortas. Para não atrair atenção para si mesmo, ele inventou a história sobre ela ter sido levada pelos índios.

Não muito tempo depois de sua confissão, Littlejohn morreu. Ele nunca foi punido por seu crime.

Desde então, acredita-se que os fantasmas de Lucy e sua mãe Martha assombram Wachusett Mountain. Muitas pessoas alegam terem ouvido a voz de uma mulher chamando: "Lucy! Luuuuuucy!" enquanto vaga pela montanha. Uma vez, depois de uma queda de neve fresca, um caçador encontrou a trilha de pegadas descalças de uma criança pequena na neve.

Em 2006, a rede de TV Lifetime fez um filme sobre essa história intitulado "O Fantasma de Lucy Keyes" (The Legend of Lucy Keyes). Os diretores até mesmo relataram barulhos estranhos, defeitos nos equipamentos e mudanças repentinas de temperatura enquanto estavam filmando em locação na fazenda da família em Princeton, Massachusets. Alguns dizem que era o espírito de Martha Keyes, certificando-se que a história da família fosse contada corretamente.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Apresentação

Olá pessoal boa noite, me chamo Wagner, mas podem me chamar de Jimmy, é meu apelido.

Vou posicionar vocês sobre uma teoria minha.

Em uma investigação paranormal,  creio que o uso de técnicas métricas podem muito bem auxiliar no trabalho, como por exemplo, fotografar um livro durante o dia, no mesmo móvel, e a noite, notar alteração métrica neste mesmo item, o que pode indicar uma movimentação.

Fotografias e o uso de desenhos técnicos podem muito bem auxiliar 100% nessa investigação.

Setores - transformar uma casa em setores, pode ajudar muito.




sábado, 28 de fevereiro de 2015

"Ghost Hunters" em Cambuquira (MG)

Investigação do programa Ghost Hunters International, do canal por assinatura Syfy, na cidade brasileira de Cambuquira (MG). A equipe investigou o Grande Hotel Trilogia, no centro da cidade, com o investigador convidado Josh Gates, que apresentou o programa Destination: Truth, no mesmo canal. A investigação fez parte do episódio 1.16, chamado "The City of the Doomed" (Cidade dos Amaldiçoados), que também investigou o Castelinho da Rua Apa, em São Paulo. O vídeo abaixo é legendado.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Chega de vídeos falsos de fantasmas!

Parece ter se tornado um novo passatempo para adolescentes solitários. Postar seus vídeos falsos de fantasmas, Poltergeist, aparições, etc., no YouTube ou em outros sites de hospedagem de vídeos. Apesar de não haver nada de errado em usar a criatividade (alguns vídeos são muito bons), isso causa um problema quando sua intenção é enganar os espectadores, assim como aqueles que investigam o paranormal.

Em muitos dos vídeos, eles começam afirmando que as imagens são reais, enquanto outros afirmam que deixaram a câmera filmando aleatoriamente enquanto foram fazer outras coisas... humm. Alguns se disfarçam de investigadores paranormais de verdade, seja em grupo ou apenas o dono da casa.

O problema, para mim, começa com a enganação. Muitos desses vídeos são obviamente falsificados, embora alguns sejam inteligentes, e se destinam exclusivamente a enganar aqueles que estão assistindo e se perguntando se os vídeos são realmente verdadeios. Eu acho que isso decorre da busca de cada um por seus 15 minutos de fama enquanto vivemos na geração dos reality shows e a internet pode tornar alguém famoso muito rápido (veja o Monstro de Montauk ou o Pé Grande de Georgia Rickmatt). Alguns querem ver suas estatísticas de visualizações inflarem, outros esperam que suas histórias se tornem notícia por alguma razão qualquer.

Há centenas de investigadores paranormais amadores que buscam sua própria evidência pessoal "investigando" as casas e locais de trabalho de outros. Eles estão famintos por provas ou evidências e tentaram qualquer coisa para que qualquer um os veja como legítimos ou "o melhor grupo na região". O problema é que muitos desses grupos postam vídeos de suas investigações (eles conseguem permissão dos donos das propriedades?) exibindo sua falta de habilidade de usar a ciência apropriadamente e eliminando potenciais falso positivos ou identificando efeitos de câmera suficientemente. Isso não é uso dos meios científicos, já que não há como alguém repetir o que está sendo feito e isso sempre deixa muito mais perguntas que respostas.

Para muitos, parece que esses vídeos são a fonte de suas próprias saídas criativas. Ótimo, você aprendeu a usar o Photoshop, mas por que mentir sobre sua criação? Há muitos vídeos aí fora que me deixam me perguntando se eu fui enganado ou não, mas quem realmente sabe, já que existe tanta enganação.

Talvez não fosse necessário parar de usarmos fotos ou vídeos como evidência (considerando o fator manipulação), mas o que faria um vídeo ser crível? Se o vídeo fosse para mostrar uma reação a alguém envolvido (não uma pessoa mostrando um biscoito de cachorro fora do ângulo da câmera para que seu cachorro olhasse), enquanto alguém usa o detector de campo eletromagnético ou qualquer outra fonte de coleção de dados junto com o vídeo.

Algo que me deixa chateado é como as pessoas são crédulas quando se trata de certos vídeos. A emissora WOIO, afiliada da rede de TV americana CBS em Cleveland, Ohio, teve um vídeo circulando o mundo em 2008, mostrando um suposto fantasma que teria aparecido em um posto de gasolina. Quando eu vi o vídeo no YouTube pela primeira vez, eu estava gritando para o computador na metade da reportagem. O "fantasma azul" parecia um inseto e quando a repórter estava do lado de fora do posto e foi focalizada pela câmera de segurança, sua roupa parecia levemente vermelha com uma pitada de azul. Quando ela estava dentro do posto sua roupa era vermelho brilhante. Ninguém notou isso??? Havia outro vídeo em uma suposta academia assombrada, com câmeras dotada de sensores de movimento, que captavam orbs, que eram, na verdade, insetos. Há outras razões para erros de interpretação, mas a lista de vídeos seria quilométrica.

No fim das contas, essa tecnologia deveria nos trazer a maior coleção de evidências em potencial possíveis, mas alguém estragou a coleção e de repente estragou tudo.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Por que caçadores de fantasmas investigam no escuro?

"Você ouviu isso?" A luz da lanterna chameja atrás dos homens, buscando a fonte do som. "O que diabos foi isso?" Os homens ficam parados e quietos, mas rapidamente perdem a paciência e se viram para o corredor vazio e escuro...

Parece familiar? Essa imagem é repetida em casas, prédios abandonados e prisões nos EUA e em outros países. Por que caçadores de fantasmas e investigadores paranormais desligam as luzes para realizar suas investigações? Eu já ouvi uma teoria interessante sobre como isso deve ter começado. O parapsicólogo Loyd Auerbach disse, no podcast Grand Dark Conspiracy que essa prática teve suas origens durante o movimento espiritualista em meados do século 19.

O movimento espiritualista começou em 1848 com as alegações de comunicação com os mortos pelas irmãs Sisters de Hydesville, Nova York. Esse movimento rapidamente se espalhou pelos Estados Unidos e eventualmente pelo Reino Unido. Junto com a divulgação da crença também veio a divulgação do ceticismo. Entre os céticos havia pessoas como Harry Houdini, que usava seu conhecimento de engano visual para ajudar a descobrir embustes e fraudes que começavam a aparecer em reação ao interesse muito difundido em fantasmas. Esse engano era realizado com as luzes desligadas em numa tentativa de frustrar aqueles que estavam procurando expô-los enquanto moviam mesas, psicografavam ou produziam "ectoplasma" (o que não é real, pois também nasceu de uma fraude) ou outras ilusões ou modos de enganar os familiares dos mortos.

Possivelmente, estamos vendo essa abordagem sendo usada hoje pela mesma razão. É possível que alguns desses programas de televisão estejam usando o escuro para mascarar o que estão realmente fazendo. Além disso, isso também adiciona um toque de drama e um valor de entretenimento que é o que interessa na televisão. A cultura dos caça-fantasmas amadores pegou o que os investigadores observaram e eles estão tropeçando no escuro apenas porque acham que é isso que devem fazer. Então, qual a explicação para fazerem isso?

A realidade para porque as equipes fazem isso é simples; isso elimina falsos positivos nas leituras dos detectores de campo eletromagnético (EMF, na sigla em inglês). Os programas de TV glorificaram essa jogada. Mas isso é necessário, sensível, lógico ou mesmo científico?

Por um lado, desligar as luzes não faz bem nenhum. Isso vai eliminar parte do EMF, mas se ainda há energia chegando nos equipamentos eletrônicos, há pouca ou nenhuma razão para desligar as luzes. A menos que você desligue os disjuntores (toda a eletricidade) na casa, não faz sentido em apagar a luz. A maioria dos equipamentos eletrônicos domésticos vão continuar atraindo eletricidade e ainda podem dar "picos" de eletricidade às vezes dependendo do equipamento. Geralmente um plugue na tomada significa que a energia está sendo usada mesmo que o equipamento esteja desligado. Então, se você realmente investigar no escuro, você tem que desligar toda a energia dos disjuntores.

Sim, a minha equipe pretende usar câmeras infravermelhas que "vêem no escuro", mas pretendemos usá-las no escuro apenas quando necessário. O que nos leva diretamente ao próximo ponto; o cliente vivencia as coisas apenas quando as luzes estão apagadas e ele está tropeçando pelos corredores com uma lanterna?

Provavelmente não. Se você quer ser "científico", você deveria tentar recriar o cenário no qual os eventos aconteceram. Parapsicólogos têm usado essa abordagem por mais de 125 anos (sim, caçar fantasmas não é uma coisa nova, apesar do que você lê na internet) e funciona. Os melhores dados que você vai conseguir serão ao recriar as condições nas quais o cliente as observou. Fantasmas querem interação e você não vai conseguir observá-los no escuro.

Eu já vi vídeos de equipes que usam leituras de base antes de uma investigação. O problema é que já vi equpes fazerem essas leituras em condições normais e então conduzir suas investigações sem luz ou energia. Para que servem as leituras de base se tudo o que você vai fazer é mudar as condições nas quais você vai investigar?

Essa abordagem é cientificamente falha.

Há um pensamento popular de que fantasmas, de algum modo, elétricos em sua constituição. Acho que essa é uma teoria básica muito boa. Parte da teoria é que fantasmas de algum modo conseguem sua "energia" dos vivos assim como de eletrônicos feitos pelo homem. Algumas equipes usam geradores eletrostáticos (ions) para ajudar a dar uma "faísca" no ar (isso também limpa... menos poeira, que pode ser confundida com orbs), então por que eliminaríamos outra fonte de energia em potencial para um fantasma?

Outro aspecto de investigar o local sob as condições nas quais o cliente observou os eventos originais é ajudar a encontrar soluções lógicas para os potenciais problemas paranormais. Bons observadores que simulam as condições originais mais provavelmente poderão encontrar soluções lógicas para vários eventos que aqueles que estão meramente aí para verificar os eventos através de suas próprias experiências. Energia defeituosa ou alto EMF pode estar causando parte das ou todas as experiências. Eliminar essas fontes para o cliente deve ser o primeiro passo para ajudá-lo. Sim, os clientes podem querer validação dos fenômenos pelos quais estão passando, mas você deve a eles eliminar as possibilidades antes de considerar o paranormal.

Apagar as luzes também muda as percepções do investigador. A visão é o sentido mais importante que usamos numa base diária (apesar de estar longe de ser perfeito). Quando eliminamos esse sentido, somos forçados a apoiar-se em outros que não são tão afinados como nossa visão, o que pode levar a percepções equivocadas sobre nossos arredores. Esse ajustamento também configura o viés experimental eliminando a experiência objetiva e criando uma experiência completamente subjetiva pela pessoa envolvida na investigação.

Apesar de a parapsicologia estar investigando alegações de fantasmas, assombrações e poltergeists há mais de 125 anos, o campo amador da investigação paranormal ainda está em sua infância. Muitos grupos estão fazendo descobertas que fazem sentido, mas muitas dessas respostas aparecem através da ignorância de recursos alternativos (eles teriam encontrado essas respostas se tivessem lido sobre parapsicologia primeiro). Uma abordagem de autocorreção é o que cria o fluxo da verdadeira ciência e grupos que experimentam, ensinam e aprendem como abordar a investigação dessas alegações, nós podemos lentamente eliminar o modo "popular" de fazer as coisas para abordagens que são mais objetivas e focadas no cliente e não em experiências pessoais subjetivas.

Esperançosamente isso lançará um pouco de luz sobre o assunto. Perdão, não pude evitar.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Equipe do CBP

imagebam.comChristiano José Jabur - residente em Assis (SP), investigador-chefe do Centro Brasileiro de Pesquisas Paranormais (CBP). Estuda Teologia pela Faculdade Teológica Nacional (EAD), de São Lourenço (MG), e atua como ufólogo desde 1995, quando colaborou com a tese de mestrado em História do também ufólogo e escritor Claudio Tsuyoshi Suenaga, na Faculdade de Ciências e Letras de Assis (FCLA), campus local da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Já escreveu diversos artigos sobre ufologia para os jornais de Assis e também chegou a escrever sobre um caso de abdução ocorrido em Maracaí (SP) ao lado de Suenaga para a Revista UFO.
E-mail: christianojabur@gmail.com.


Wagner Grisanti - residente em Indaiatuba (SP), diretor de tecnologia.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

O que é o CBP?

O CBP é uma equipe de investigação paranormal, sem fins lucrativos, com sede em Assis, no interior de SP, dedicada a ajudar as pessoas a entenderem e lidarem com ativdade paranormal, usando métodos de investigação e pesquisa científica objetiva.

Nossos serviços de investigação paranormal estão disponíveis gratuitamente para qualquer pessoa ou família que acredite estar sofrendo com atividade paranormal em sua casa ou local de trabalho. Nós investigaremos a situação e te ajudaremos a entender o que pode estar acontecendo.

O Centro Brasileiro de Pesquisa Paranormal usa tecnologia de última geração, incluindo áudio e vídeo digitais, termômetros infravermelhos, detectores de campo eletromagnético e outros equipamentos. Nós não usamos tabuleiros ouija, cartas de tarô, sessões espíritas ou o oculto. Todas as evidências coletadas são analisadas objetivamente por nossa equipe, organizadas e apresentadas para a sua revisão. Toda informação é mantida sob sigilo e sua privacidade está completamente segura.